https://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/issue/feedCEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairs2026-09-09T15:42:37-03:00Bruno Zillibruno.zilli@cebri.org.brOpen Journal SystemsA CEBRI-Revista é uma publicação de referência em Relações Internacionais. Reúne especialistas brasileiros e estrangeiros em análises sobre política externa, inserção global, desenvolvimento, políticas públicas e temas estratégicos para o Brasil.https://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/321"A era da predominância militar dos Estados Unidos no Oriente Médio chegou ao fim."2026-09-03T17:34:31-03:00Trita Parsirevista@cebri.org.br<div class="subtitulo">Trita Parsi conversou com os editores da CEBRI-Revista</div> <div class="row"> <div class="col"> </div> </div>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/303EUA e América Latina: uma nova segurança hemisférica?2026-09-03T15:31:01-03:00Roberta Holanda Maschiettorevista@cebri.org.br<p>Editorial.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/318A rotina de violência na América Latina e os entraves ao ativismo2026-09-03T17:21:48-03:00Jefferson Nascimentorevista@cebri.org.br<div class="subtitulo">Resenha do livro de Simone Gomes "Latin American Activism and Routine Violence in the 21st Century" (Bristol University Press 2026)</div> <div class="row"> <div class="col"> <div class="info"> </div> </div> </div>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/319O triângulo do poder e os desafios para o sistema internacional2026-09-03T17:25:17-03:00Mariano Aguirrerevista@cebri.org.br<div class="subtitulo">Resenha do livro de Alexander Stubb "The Triangle of Power" (Biteback Publishing 2026)</div> <div class="row"> <div class="col"> <div class="info"> </div> </div> </div>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/320Marcos Azambuja e os limites irreverentes da memória2026-09-03T17:30:54-03:00Rogério de Souza Fariasrevista@cebri.org.br<div class="subtitulo">Resenha dos livros Memórias (CEBRI 2025) e Coletânea de textos (CEBRI & FUNAG 2026) de Marcos Azambuja</div> <div class="row"> <div class="col"> <div class="info"> </div> </div> </div>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/304A evolução do conceito de “América Latina”2026-09-03T15:47:08-03:00Leslie Bethellrevista@cebri.org.br<p>O conceito de “América latina”, usado pela primeira vez em meados do século XIX, referia-se apenas à América espanhola. O Brasil era, em grande parte, excluído. A partir do final do século XIX, autoridades do governo dos EUA começaram a descrever a região ao sul do Rio Grande, incluindo o Brasil, como “Latin America”. Acadêmicos em universidades americanas estudaram a “América Hispânica”, que nem sempre incluía o Brasil, mas cada vez mais a “América Latina”, que o incluía. Após a Segunda Guerra Mundial, o conceito americano de “Latin America”, para abranger tanto a América espanhola quanto o Brasil, foi adotado pelo resto do mundo, mas não universalmente na América espanhola, e muito menos no Brasil.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/305Ameaças cibernéticas na América Latina2026-09-03T15:57:41-03:00Joe Devannyrevista@cebri.org.br<p>A América Latina enfrenta graves ameaças cibernéticas decorrentes do crime e da espionagem, com uma capacidade de segurança cibernética bastante desigual em toda a região. Duas décadas de esforços de capacitação geraram progressos, mas a evolução das táticas, as limitações estruturais e a redução da assistência externa ameaçam agravar as vulnerabilidades da região. Este artigo defende que uma maior resiliência interna deve ser acompanhada de uma cooperação transfronteiriça mais profunda. Liderança política sustentada, investimentos e coalizões público-privadas são essenciais para superar uma postura reativa e adotar uma abordagem mais estratégica.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/306O Corolário Trump2026-09-03T15:58:24-03:00Diogo Ivesrevista@cebri.org.brThaís Batistarevista@cebri.org.br<p>Desde janeiro de 2025, o governo Trump tem transformado os interesses empresariais dos EUA nos setores de energia e de minerais críticos em política de segurança nacional, enquadrando a América Latina como uma zona prioritária de atenção sob um “Corolário Trump” à Doutrina Monroe. Por meio de pressão militar, intervenções (notadamente na Venezuela) e acordos bilaterais de segurança e mineração, Washington busca acesso a recursos em meio à competição com a China, reconfigurando a soberania regional, a governança energética e as dinâmicas de extração mineral dos Estados latino-americanos.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/309Visões concorrentes para a Venezuela2026-09-03T16:25:43-03:00Bartlomiej Znojekrevista@cebri.org.br<p>A transformação da Venezuela dependerá de como as visões divergentes do <em>chavismo</em> e da oposição se articulam com os interesses e objetivos do governo Trump. Embora os Estados Unidos tenham desempenhado um papel decisivo no período posterior à captura de Nicolás Maduro, sua capacidade de determinar os rumos do país não é absoluta, e os desdobramentos desse processo ainda carecem de ampla aceitação entre os venezuelanos. Mudanças políticas duradouras dificilmente se consolidarão sem maior escrutínio e reconhecimento, tanto no âmbito doméstico quanto por parte de atores internacionais relevantes, como a União Europeia.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/308After Intervention2026-09-03T16:16:46-03:00Juan Requesensrevista@cebri.org.br<p>This article examines the reconstruction of the Venezuelan state following the political reconfiguration initiated on January 3, 2026, after the US military intervention, using the June 24 earthquake as evidence of accumulated institutional weaknesses. It argues that the legitimacy of the new political order will depend less on economic recovery than on rebuilding state capacity to guarantee welfare, protection, and rights. The article warns of the risks of an asymmetric reconstruction, in which economic stabilization advances more rapidly than institutional strengthening.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/310Uma ordem hemisférica fragilizada2026-09-03T16:34:54-03:00Paulo Afonso Velasco Júniorrevista@cebri.org.br<p>Este artigo examina como a estratégia inicial de sanções econômicas e isolamento diplomático não conseguiu promover uma mudança de regime e, em vez disso, contribuiu para a fragmentação regional. Em seguida, detalha a execução da “Operação Resolução Absoluta”, que resultou na captura militar e na judicialização extraterritorial de Nicolás Maduro. O estudo destaca que a intervenção de 2026, realizada durante o segundo mandato de Donald Trump, representa uma ruptura fundamental na ordem internacional pós-1945, sinalizando uma transição para uma arquitetura de segurança hemisférica regida pela coerção geoeconômica e pelo uso unilateral da força.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/311Venezuela para os venezuelanos2026-09-03T16:45:14-03:00Ian Batistarevista@cebri.org.br<p>Após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, a Venezuela é governada por uma presidência interina sob estreita tutela norte-americana, com Washington apresentando as eleições como a fase final de uma transição em três etapas. Este artigo examina os requisitos para eleições críveis, com base em análises recentes de especialistas sobre a democratização da Venezuela e na missão do Centro Carter para as eleições de 2024. O estudo identifica uma convergência quanto à necessidade de um conselho eleitoral independente, do fim das inabilitações arbitrárias, da garantia do direito de voto à diáspora e do restabelecimento das liberdades civis.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/313A tríplice memória do poder no Brasil2026-09-03T16:55:51-03:00Celso Laferrevista@cebri.org.brFeliciano de Sá Guimarãesrevista@cebri.org.br<p>Este ensaio examina como a política externa do Brasil operacionaliza uma tríplice memória de poder e legitimidade – a do Terceiro Mundo, a do Sul Global e a do Ocidente – para navegar em uma ordem internacional cada vez mais fragmentada. Mais do que rótulos estáticos, essas tradições funcionam como repositórios práticos de experiência histórica e como instrumentos de política. Cada uma oferece ao Brasil um conjunto distinto de ferramentas diplomáticas: o Terceiro Mundo embasa demandas por justiça no desenvolvimento; o Sul Global favorece a formação de coalizões e iniciativas reformistas; e o Ocidente fornece a linguagem institucional de regras, legalidade e credibilidade. Ao integrar esses repertórios, o Brasil converte a hibridez em flexibilidade estratégica. O ensaio argumenta que essa identidade plural fortalece a capacidade do Brasil de mediar agendas polarizadas e ajuda a explicar como o país lida com demandas concorrentes de ordem, reforma e representação na política mundial contemporânea.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/314Questionando a autoridade regulatória2026-09-03T17:01:00-03:00Hussein Kaloutrevista@cebri.org.brPhilip Yangrevista@cebri.org.br<p>O uso crescente da regulação econômica como instrumento de competição geopolítica transformou a economia global contemporânea. Este artigo examina a Ordem de Proibição da China, emitida pelo Ministério do Comércio (MOFCOM) em maio de 2026, em resposta às sanções secundárias dos EUA contra refinarias chinesas que importam petróleo iraniano. Argumenta-se que a medida representa não apenas uma retaliação, mas também a operacionalização de uma estratégia institucional mais ampla para desafiar a autoridade regulatória que sustenta a ordem econômica global. Com base na literatura sobre poder estrutural, autoridade internacional, mudança institucional e interdependência instrumentalizada, o artigo demonstra como a abordagem da China reflete uma transição da adaptação econômica à contestação institucional. Introduz-se o conceito de contestabilidade da autoridade regulatória para explicar como estruturas regulatórias concorrentes remodelam o comportamento de governos, de empresas multinacionais e de instituições financeiras. O artigo conclui que o surgimento de múltiplos centros de autoridade regulatória tem se tornado uma característica definidora da ordem econômica global em evolução, com implicações significativas para a governança econômica global e para as escolhas estratégicas das potências médias.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/315Repensando a cooperação em uma era multipolar2026-09-03T17:09:46-03:00Marianna Albuquerquerevista@cebri.org.br<p>O sistema internacional contemporâneo é cada vez mais descrito como multipolar, embora essa caracterização permaneça analiticamente contestada e politicamente ambígua. Este artigo argumenta que a relevância futura do G7 depende não da expansão de sua composição, mas do desenvolvimento de formas estruturadas de engajamento que preservem seus atributos essenciais e, ao mesmo tempo, ampliem seu alcance. O paradoxo entre inclusão e funcionalidade é especialmente visível no caso do G7. Como as potências emergentes são centrais para esse processo, o artigo examina o Brasil como um potencial ator-ponte, cuja capacidade de facilitar o engajamento depende de dinâmicas específicas de cada questão e de percepções externas. O artigo conclui com recomendações políticas para a presidência francesa do G7.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairshttps://cebri-revista.emnuvens.com.br/revista/article/view/316Por que a dissuasão e a compulsão falharam em relação ao Irã2026-09-03T17:16:02-03:00Guy Burtonrevista@cebri.org.br<p>Este artigo analisa a decisão dos EUA, sob a presidência de Trump, de intensificar a ação militar contra o Irã em 2026 e a persistência do conflito resultante. Argumenta-se que a estratégia dos EUA mudou da dissuasão para a coerção, após décadas de políticas coercitivas oscilantes que falharam em alterar o comportamento iraniano. Essa mudança elevou os custos para Washington sem garantir a conformidade desejada. Em vez disso, o Irã adaptou-se e escalou o conflito, revelando limites estruturais da coerção quando há desalinhamento entre credibilidade, objetivos e capacidades assimétricas.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 CEBRI-Revista: Brazilian Journal of International Affairs